Leão XIV assegurou orações a todos os afetados pelas inundações nesses países, causadas por fortes chuvas que geram deslizamaentos de terra e evacuações de várias famílias. "Encorajo as comunidades a permanecerem unidas e solidárias, com a proteção materna da Virgem Maria", disse o Papa ao final do Angelus neste domingo (08/02).
"É com dor e preocupação que tomei conhecimento dos recentes ataques contra várias comunidades na Nigéria, que causaram graves perdas de vidas humanas", disse Leão XIV ao se referir inclusive a um dos piores massacres dos últimos meses, quando 175 pessoas foram mortas na terça-feira (03/02) no estado de Kwara. "Espero que as autoridades competentes continuem trabalhando com determinação para garantir a segurança e a proteção da vida de todos os cidadãos."
Através da passagem do Evangelho deste domingo (08/02), quando Jesus diz aos discípulos que são sal da terra e luz do mundo (Mt 5, 13-14), o Papa refletiu sobre a importância de se fazer "gestos concretos de abertura aos outros e de atenção, aqueles que reacendem a alegria". Acolhendo a palavra das Bem-aventuranças e os ensinamentos do Evangelho, acrescentou Leão XIV, "até a ferida mais profunda será curada", reacendendo a alegria com uma vida de doação, com um "amor que não faz barulho".
Leão XIV recebeu neste domingo (08/02) mais um grupo de funcionários que atuam nos ambientes do Vaticano: aqueles que cuidam tanto da ornamentação dos espaços como da sua manutenção, ou seja, da Floreria Apostólica e do Departamento de Edificações. Um "serviço discreto e precioso" de apoio à missão do Papa e que dá sentido à devoção dos fiéis, sobretudo, na Basílica e na Praça São Pedro: enquanto realizam o trabalho diário, pensem e rezem "naqueles que passam pelos lugares que vocês cuidam".
“Testemunhas da Esperança” - Irmãs católicas contra o Tráfico de Pessoas na África Austral". Numa caminhada silenciosa, mas determinada, iniciada há quase duas décadas, as Irmãs católicas na África Austral têm vindo a construir, de forma constante, uma poderosa rede de fé, resistência e esperança na luta contra o tráfico de seres humanos.
O número de mortos de um ataque ocorrido neste sábado (07/02) em Gelumbe oscila entre 25 e 35. “É um horror planejado que continua no silêncio do Ocidente”, afirma à mídia do Vaticano o Pe. Giovanni Piumatti, missionário fidei donum de longa data na diocese congolesa de Butembo-Beni.
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