O fundo vermelho do escudo é uma escolha significativa, pois representa o sangue dos mártires e o amor incondicional de Cristo pela humanidade. Ela também faz referência ao manto do padroeiro da capital, Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Já as bordas douradas e o entrelaçamento em cruz trazem a ideia de unidade e sinodalidade, que são valores fundamentais para a Igreja. Os detalhes dourados também evocam a dignidade e a modernidade da fé católica, enquanto as linhas geométricas expressam a estrutura e a organização da arquidiocese, mostrando um trabalho contínuo em prol da comunidade.
A inclusão dos símbolos episcopais, como o báculo pastoral à direita e a cruz processional à esquerda, reforçam a autoridade e a missão do bispo como pastor do rebanho. Estes elementos estão desejosos ao lado do escudo, enfatizando a liderança espiritual e o compromisso com a propagação da fé. O chapéu episcopal (mitra) no topo do brasão remete à função episcopal e ao dever de guiar a arquidiocese conforme os ensinamentos da Igreja, mantendo o compromisso com o povo de Deus e com a missão evangelizadora.
Por fim, a faixa na base do brasão destaca os anos de fundação da arquidiocese (1745) e sua elevação a arquidiocese (1910), marcando a longa história e tradição da Igreja em Cuiabá. Esta nova versão do brasão simboliza uma atualização visual que respeita o legado histórico, ao mesmo tempo, em que reflete os valores contemporâneos de comunhão e serviço pastoral, fortalecendo a imagem da Arquidiocese de Cuiabá como uma comunidade unida e ativa.
O trabalho foi desenvolvido pela Casulo Arte Digital, em unidade com o Conselho Presbiteral da arquidiocese e consultoria da Convexum Comunicação.
O documento terá um manual para utilização e está disponível para aplicação nos materiais da arquidiocese.